quinta-feira, 15 de novembro de 2012
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
UFCG tem quatro projetos aprovados pelo Programa de Educação Tutorial do MEC Foram aprovados projetos de Agronomia, Nutrição, Engenharia Mecânica e Engenharia Florestal
Mais
uma vez a Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) obteve êxito
junto ao Programa de Educação Tutorial (PET) do Ministério da Educação
(MEC). Foram aprovados quatro projetos da instituição. A saber:
Agronomia, Nutrição, Engenharia Florestal e Engenharia Mecânica, dos
campi de Pombal, Cuité, Patos e Campina Grande, respectivamente.
Em
todo o País, foram submetidas 749 propostas ao MEC e 60 foram
aprovadas. A UFCG submeteu à seleção 12 projetos e obteve aprovação de
quatro. “Estamos muito satisfeitos com o resultado que estamos obtendo
junto ao PET todos os anos. Isso também mostra o quanto o Comitê Local
de Acompanhamento, que faz uma pré-seleção antes de encaminhar as
propostas ao MEC, está sendo criterioso ao selecionar as melhores e mais
competitivas propostas”, diz a Coordenadora de Programa e Estágios da
Pró-Reitoria de Ensino, Betânia de Oliveira.
Com
os novos grupos aprovados, a UFCG passa a contar com 19 grupos PET em
toda a instituição. “Desde 2005, exceto o ano de 2011, que não teve
seleção, a instituição sempre teve projetos aprovados. E isso é um
reconhecimento da qualidade dos projetos que temos apresentado ao MEC”,
ressalta.
Atualmente,
a UFCG conta com participação de 180 estudantes bolsistas envolvidos
nos grupos PET. Cada estudante recebe uma bolsa no valor de R$ 400. Já o
professor tutor recebe R$ 2 mil. Além dos professores tutores e dos
bolsistas, os projetos envolvem ainda professores e alunos voluntários.
“Esse
programa tem uma especificidade muito interessante e é bom tanto para o
estudante quanto para o UFCG. O aluno tem a oportunidade de participar
de atividades de ensino, pesquisa e extensão. E o tempo também é
diferenciado, já que o estudante se atender aos requisitos da seleção
pode ficar no grupo do segundo ao último período. E para a UFCG, o
projeto ajuda a melhorar cada vez mais a qualidade acadêmica”, diz.
Confira aqui o resultado.
Fonte:http://www.ufcg.edu.br/prt_ufcg/assessoria_imprensa/mostra_noticia.php?codigo=14392
1º Encontro Nacional de Pesquisa e Práticas em Educacionais (ENAPPE)
O
1º Encontro Nacional de Pesquisa e Práticas em Educacionais (1° ENAPPE),
promovido pelo Centro de Educação da Universidade Federal do Rio Grande do
Norte (UFRN), que teve como temática Diversidade e Qualidade em Educação, ocorreu
no período 07 a 09 de novembro, e contou com a participação das bolsistas do
Grupo PET/Pedagogia, além de Professor Doutor da Unidade Acadêmica de Educação
(UAEd) do Curso de Pedagogia, da UFCG.
Na programação do evento conteve uma conferência
de abertura intitulada Diversidade e Qualidade em Educação, mesas-redondas
dentro de diversas áreas temáticas tais quais: Formação Docente, Diversidade,
Inclusão e Contextos Educativos, Políticas e Gestão da Educação, Linguagens e
Práticas Educativas, e Fundamentos da Educação. Contou ainda com simpósios
temáticos, sessões de cinema e educação, sessões comemorativas, minicursos,
sessão de pôsteres e lançamento de livros.
Dentre
uma das mesas-redondas do evento das quais as PETianas participaram e que
merece destaque, é a mesa intitulada Política educacional brasileira:
desafios contemporâneos que ocorreu no primeiro dia do evento, a qual teve
como coordenador Gilmar Barbosa Guedes, ex-coordenador do Curso de Pedagogia, e
os palestrantes, Alice Mirian Happy Botler (UFPE), Marcelo Soares Pereira da
Silva (UFU) e Antonio Lisboa Sá de Leitão (UFCG\ PPGEd\UFRN). Este último
iniciou sua fala fazendo um resgate histórico sobre o PNE 2001-2010,
ressaltando que nem 30 % de suas metas foram alcançadas, e que ficamos a quem
do havia sido definido, assim estamos distantes do cumprimento, uma vez que o
acumulo de esforços, no cenário internacional como um todo, são para gerir as
crises e salvar a política econômica, deixando de lado a educação, a análise
que o palestrante realiza, é que deve ser feito um estudo da “política pela
política”.
Palestrantes da mesa redonda: "Política educacional brasileira: desafios contemporâneos"
O
professor Marcelo Soares por sua vez, abordou o PNE, focalizando suas metas e
estratégias no espaço de confronto entre o público e o privado, afirmando que o
Estado investe financeiramente no setor privado, mas isto não modifica a
situação precária dos serviços públicos e que há a necessidade de investimento
em educação com foco na luta pelos 10% do PIB. Segundo ele, o novo PNE nasce
sem apontar novos futuros, apenas reafirma o presente.
Já
a professora Alice Botler trata da política educacional versus gestão escolar,
questionando se a relação é de contradição ou de complementaridade, já que,
para ela, a escola não é uma indústria de soluções, necessitando assim das
políticas públicas, todavia, estas últimas não podem ter toda a centralidade.
Dessa forma, a escola precisa ser autônoma, e precisa ser democrática, pois as
crianças estão tendo acesso às escolas, porém, não é oferecida uma formação que
torne os sujeitos ativos dentro da sociedade.
PETianas com o coordenador da mesa redonda citada acima, Gilmar Barbosa Guedes, ex-coordenador do Curso de Pedagogia (UFCG)
No segundo foram
apresentados nos Simpósios Temáticos, artigos produzidos no âmbito das
disciplinas do curso e pelo PET-Pedagogia, são estes: Estudo do componente
curricular Estágio Supervisionado do Curso de Pedagogia da Universidade Federal
de Campina Grande, A reforma currícular e o Estágio Supervisionado do Curso de
Pedagogia da Universidade Federal de Campina Grande e As implicações das
correntes neoliberais na escola pública: o neoprodutivismo e suas variantes e a
implantação da lógica da competitividade na educação. Esse momento foi de grande
relevância, porque propiciou discussões e trocas de experiências a partir dos
demais estudos apresentados e discutidos.
PETianas no Centro de Educação (UFRN)
sábado, 10 de novembro de 2012
Educação
A Política Avaliativa enfraquece a autonomia do
professor, o aprendizado fica reduzido a dados quantitativos e NÃO proporciona o
crescimento integral dos sujeitos. Não precisamos de mais um RETROCESSO: "Enenzinho" anual
Para Aloizio Mercadante, não é possível combater a evasão e a repetência sem um instrumento de avaliação
A partir do ano que vem as crianças de 7 e 8
anos de idade serão avaliadas para aferir a capacidade de ler, escrever e
fazer contas básicas de matemática. Os exames estão previstos no pacote
de medidas anunciadas ontem pelo governo, no lançamento do Pacto
Nacional pela Alfabetização na Idade Certa. Ao custo de R$ 2,7 bilhões ,
a proposta visa a suprir uma deficiência no aprendizado de 15,2% dos
Alunos brasileiros que não venceram a etapa da Alfabetização até os 8 anos.
De acordo com o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, serão feitos dois testes: um pelas Escolas e outro pelo Instituto Nacional de Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), órgão ligado ao Ministério da Educação (MEC). A prova do Inep já será aplicada no ano que vem às crianças do 3º ano. Em 2014, passará a ser obrigatória também para os Alunos do 2º ano. Hoje, os estudantes são avaliados pela primeira vez no 5º ano, pela Prova Brasil.
Segundo o ministro, o exame seguirá um único padrão, com os mesmos critérios e um quadro bem detalhado para que a rede de Ensino possa tomar providências em relação à necessidade de reforço pedagógico, no sentido de assegurar que todas as crianças sejam efetivamente alfabetizadas até os 8 anos de idade. “Identificando a dificuldade já com 7 anos, no ano seguinte a gente tem uma política de reforço pedagógico”, esclarece Mercadante.
Segundo o ministro, o pacto pela Alfabetização visa a evitar a evasão Escolar e a repetência, que custam à pasta entre R$ 7 bilhões e R$ 9 bilhões por ano. Para a presidente Dilma Rousseff, só é possível aferir se as crianças estão no ciclo deAlfabetização efetivo com instrumentos eficazes de avaliação. “E não há como fazer isso sem fazer testes objetivos, principalmente se quisermos evitar que as elas cheguem à 5ª série (6º ano) sem conseguir dominar a leitura e as operações matemáticas simples”, disse ela.
Dados do MEC mostram a raiz da desigualdade social e regional. A taxa de Alunos com 8 anos que não estão alfabetizadas é de 34% no Maranhão e de 35% em Alagoas. Na outra ponta estão Paraná, com taxa de 4,9%, e Santa Catarina, com 5,1%.
Mas, para a diretora executiva do Todos Pela Educação, Priscila Cruz, os dados estão superestimados. “O número é ainda maior. O resultado da Prova ABC mostra que mais da metade (dos estudantes) chega ao 3º ano sem saber o básico de português e matemática. Dos jovens que terminam o Ensino médio, só 11% sabem matemática”, afirma. A expectativa dela é que o plano combata esses índices. “Mas só vou ficar realmente animada quando os números melhorarem”.
A proposta do governo prevê ainda R$ 500 milhões que serão investidos em prêmios para as melhores experiências, cursos de dois anos para 360 mil alfabetizadores (que vão receber também uma bolsa mensal), e compra de livros didáticos.
Para o secretário de Educação básica do ministério, César Callegari, o principal problema do aprendizado está na preparação dos Professores. “Há muita improvisação. Precisamos valorizar os alfabetizadores para que a Educação seja valorizada”, disse ele. Todas as secretarias estaduais de Educação e representantes de 5.271 municípios brasileiros firmaram o compromisso.
Polêmica
Apesar de o governo definir a idade de 8 anos como limite para que a criança seja alfabetizada, muitos pais querem que os filhos aprendam a ler e escrever antes disso. Baseados em uma pesquisa lançada no fim do ano passado pela Academia Brasileira de Ciências, alguns pais e responsáveis alegam que a fase mais propícia para a Alfabetização é até os 6 anos. Para Callegari, o impasse não respeita os direitos das crianças. “Não podemos passar uma coisa em cima da outra porque elas podem sofrer consequências danosas pelo resto da vida. Não é correto, você não pode estressá-las, elas têm direito de brincar. As etapas da infância precisam ser muito respeitadas e elas estão maduras para o processo mais organizado deEducação a partir dos 6 anos de idade.”
Fonte:http://www.wscom.com.br/noticia/educacao/ALFABETIZACAO+TERA+%22ENENZINHO%22+ANUAL-137758
quinta-feira, 8 de novembro de 2012
E o investimento???
'País sai derrotado', diz especialista sobre veto a 100% dos royalties do petróleo para educação
A
Câmara aprovou nesta terça-feira, 6, o texto-base do Senado sobre o
projeto que muda a distribuição dos royalties do petróleo. Foram 286
votos a favor e 124 contrários. Com isso, o texto segue agora para a
sanção da presidente Dilma Rousseff.
O projeto do Senado, de autoria de Vital do Rêgo (PMDB-PB), diferente da proposta derrotada em plenário, de Carlos Zarattini (PT-SP), não traz vinculação de áreas em que os recursos devem ser gastos. Zarattini defendia que a totalidade da receita com royalties do governo federal, Estados e municípios teria de ser aplicada em educação.
"O País sai derrotado dessa luta", avalia Daniel Cara, coordenador-geral da Campanha Nacional pelo Direito à Educação. "O repasse das receitas dos royalties era uma das alternativas mais promissoras para a destinação de 10% do PIB para educação", afirma, referindo-se à meta estabelecida pelo Plano Nacional de Educação (PNE), aprovado na Câmara em julho deste ano. O porcentual é quase o dobro do que é aplicado atualmente em educação no País.
Pela manhã, o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, esteve na Câmara para defender a destinação integral dos recursos do pré-sal à educação pública. “O Brasil tem de aproveitar um dinheiro que nunca foi repartido para eleger uma prioridade, e a prioridade das prioridades é a educação”, disse na ocasião.
Mercadante afirmou ainda que a educação é a base de todo desenvolvimento do País. “Se nós não distribuirmos educação, dermos a mesma oportunidade, não vamos resolver o principal problema do desenvolvimento do Brasil”, disse. “Ciência e tecnologia dependem da educação; defesa depende da educação; saúde depende da educação.”
Diante da derrota, a Campanha Nacional pelo Direito à Educação deve trabalhar junto aos parlamentares que votaram pela aprovação do texto do Senado e também com o governo federal. A expectativa é de que a presidente vete o texto.
(Estadão)
Segundo Daniel Cara, da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, perde-se 'alternativa promissora' para financiamento de educação
A
Câmara aprovou nesta terça-feira, 6, o texto-base do Senado sobre o
projeto que muda a distribuição dos royalties do petróleo. Foram 286
votos a favor e 124 contrários. Com isso, o texto segue agora para a
sanção da presidente Dilma Rousseff. O projeto do Senado, de autoria de Vital do Rêgo (PMDB-PB), diferente da proposta derrotada em plenário, de Carlos Zarattini (PT-SP), não traz vinculação de áreas em que os recursos devem ser gastos. Zarattini defendia que a totalidade da receita com royalties do governo federal, Estados e municípios teria de ser aplicada em educação.
"O País sai derrotado dessa luta", avalia Daniel Cara, coordenador-geral da Campanha Nacional pelo Direito à Educação. "O repasse das receitas dos royalties era uma das alternativas mais promissoras para a destinação de 10% do PIB para educação", afirma, referindo-se à meta estabelecida pelo Plano Nacional de Educação (PNE), aprovado na Câmara em julho deste ano. O porcentual é quase o dobro do que é aplicado atualmente em educação no País.
Pela manhã, o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, esteve na Câmara para defender a destinação integral dos recursos do pré-sal à educação pública. “O Brasil tem de aproveitar um dinheiro que nunca foi repartido para eleger uma prioridade, e a prioridade das prioridades é a educação”, disse na ocasião.
Mercadante afirmou ainda que a educação é a base de todo desenvolvimento do País. “Se nós não distribuirmos educação, dermos a mesma oportunidade, não vamos resolver o principal problema do desenvolvimento do Brasil”, disse. “Ciência e tecnologia dependem da educação; defesa depende da educação; saúde depende da educação.”
Diante da derrota, a Campanha Nacional pelo Direito à Educação deve trabalhar junto aos parlamentares que votaram pela aprovação do texto do Senado e também com o governo federal. A expectativa é de que a presidente vete o texto.
Postado por:
Laís Venâncio de Melo
Meryglaucia Silva Azevedo
Graduandas de Licenciatura em Pedagogia - UFCG
Meryglaucia Silva Azevedo
Graduandas de Licenciatura em Pedagogia - UFCG
Bolsistas do Programa de Educação Tutorial - PET
terça-feira, 6 de novembro de 2012
Exposição Fotográfica - MAC
Postado por:
Micaelle Ribeiro do Nascimento e Pâmella Tamires Avelino de Sousa
Graduandas de Licenciatura em Pedagogia - UFCG
Bolsistas do Programa de Educação Tutorial - PET
quinta-feira, 25 de outubro de 2012
PALESTRA : Expansão da Educação Superior no Brasil: Democratização às Avessas
Vamos participar!
Postado por:
Bruna Sonaly Diniz Bernardino e Jéssica Rodriguez de Queiroz
Graduandas do Curso de Licenciatura Plena em Pedagogia - UFCG
Bolsistas do Programa de Educação Tutorial - PET
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
Universo infantil é tema de exposição fotográfica no Museu Assis Chateaubriand Mostra reúne projetos de cinco estudantes do curso de Arte e Mídia da UFCG
Será
aberta nesta quarta-feira, dia 24, no Museu Assis Chateaubriand (MAC),
em Campina Grande, a partir das 19h, a exposição fotográfica 5 Perspectivas sobre o Universo Infantil.
A mostra reúne projetos de estudantes do curso de Arte e Mídia da
Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), realizados sob a
orientação do professor João de Lima Neto.
Cada
projeto aborda segmentos diferentes e subjetivos da infância, como
personagens, festividades, brinquedos e brincadeiras. O projeto de
Danilo Coelho, por exemplo, intitulado Precioso, faz referência à forma fantasiosa como as crianças encaram situações do seu dia-a-dia. Já Dianne Ferreira, com o projeto Pé de Moleque, enfoca elementos da cultura popular, buscando mostrar o divertimento das festas juninas a partir do olhar das crianças. Brinquedoteca,
de Geórgia Monteiro, apresenta uma nova perspectiva sobre o universo da
relação das crianças com os brinquedos. Laís Camelo, com o projeto
Brincando de Roda, pretende mesclar o mundo infantil com o mundo adulto,
a partir de encenações de cantigas de roda, enquanto Tâmara Rocha
buscou retratar os desejos profissionais das crianças, como elas se veem
no futuro.
FONTE:http://www.ufcg.edu.br/prt_ufcg/assessoria_imprensa/mostra_noticia.php?codigo=14315
terça-feira, 23 de outubro de 2012
Curso de licenciatura: o desafio de formar bons professores ontem e hoje
Ana Monteiro,
diretora da Faculdade da Educação da UFRJ, fala sobre a evolução da formação
docente e sobre a demanda urgente por qualificação.
Dados do Censo
da Educação Superior de 2009, divulgados em 2011, revelaram um aumento no
número de formados em cursos de licenciatura, aqueles destinados à formação de
professores para o Ensino Fundamental e Ensino Médio. Em 2002, foram 133 mil
formandos e em 2009, 241 mil. Mas esses cursos de licenciatura formam bons
profissionais? De acordo com Ana Monteiro, diretora da Faculdade de Educação da
Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), o governo ampliou o acesso à
educação, mas ainda precisa resolver outros problemas.
“Como formar professores
qualificados para atender a demanda, uma vez que os salários não são atrativos?
Os estudantes não querem ingressar em uma carreira que perdeu o prestígio, aí
se voltam para a área de pesquisa. A demanda por bons professores é urgente –
para trabalhar na escola de hoje, com o aluno de hoje. Parece que só o
cientista produz conhecimento, mas o professor também o faz, em outro contexto.
Ele não está em um laboratório, mas em uma escola, e trabalhar com a formação
de pessoas é um desafio muito complexo”, ressalta.
Para entender como funciona a licenciatura hoje, precisamos voltar ao passado.
O curso de formação de professores nasceu na antiga Universidade do Brasil,
atualmente UFRJ, na década de 30, na Faculdade de Filosofia. Em 1968, a Faculdade de
Filosofia deixou de exercer a função de formar professores, e se criou a
Faculdade de Educação, que passou a oferecer a formação de licenciatura, e os
institutos de ensino. A fórmula utilizada era a chamada “3 + 1” , com o aluno tendo três anos
de formação específica na área e um ano de formação pedagógica.
“O sistema de licenciatura criado na UFRJ acabou sendo copiado pelas outras universidades do país e formou uma geração de professores qualificados. Com o passar do tempo, o papel do professor e da escola foi mais e mais questionado. Percebemos também que a formação pedagógica precisava ser mais ampla. Em 2002, o Conselho Nacional de Educação (CNE) aprovou uma resolução mudando a fórmula do ‘3 + 1. O aluno já pode ingressar direto para fazer o curso de licenciatura, não é o bacharel que depois vai fazer a licenciatura. Acho que essa mudança é importante, porque valoriza a licenciatura e atende a demanda do futuro professor, que se sente mais preparado para a hora ‘h’ quando entrar na sala de aula. Muitos alunos reclamavam que não se sentiam prontos para lidar com crianças e jovens”, explica Ana.
Segundo a diretora, os cursos que já tem opção de licenciatura no vestibular são Química, Física, Matemática, Geografia, Educação Artística, Letras, História e Literatura. Após alguns períodos, os alunos podem optar pela licenciatura ou bacharelado. As disciplinas específicas de licenciatura são Estrutura e Funcionamento do Ensino de 1º e 2º graus, Didática, Sociologia da Educação, Psicologia da Educação, Fundamentos Filosóficos da Educação e Prática de Ensino.
“O futuro professor começa a ter contato com os alunos quando faz a Prática de Ensino, uma espécie de estágio supervisionado por um professor. A prioridade é o que estágio seja feito em escolas públicas, eventualmente em colégios particulares. Em 2001, o governo determinou que o estágio deveria passar de 300 para 400 horas. Isso é importante para que a formação não seja aligeirada”, diz Ana.
De acordo com informações da Câmara de Educação Básica do CNE divulgadas em 2011, o Brasil tem um déficit de 300 mil professores, nas redes estaduais e municipais. A segunda licenciatura seria uma alternativa apontada por especialistas para minimizar esse problema, mas a diretora alerta que essa pode não ser a solução. “Muitos professores trabalham em vários lugares, porém, dar mais do que 40 horas de aula é muito complicado, acaba afetando a saúde. Eles não têm tempo para preparar as aulas, para estudar... O ideal é aumentar os salários, permitindo que os profissionais possam se dedicar exclusivamente à atividade docente", completa.
Postado por:
Jéssica Rodrigues de Queiroz e Bruna Sonaly Diniz Bernardino
Graduandas de Licenciatura em Pedagogia - UFCG
Bolsistas do Programa de Educação Tutorial - PET
quinta-feira, 18 de outubro de 2012
Adiamento da seleção de bolsistas para o PET-Pedagogia UFCG
ATENÇÃO:
Foi adiada a seleção de bolsistas para o Programa de Educação Tutorial
(PET) do curso de Pedagogia da Universidade Federal de Campina Grande, Campus I.
Inscrições
Os candidatos poderão inscrever-se no período de 05 a 14 de novembro, na Secretaria da Unidade Acadêmica de Educação, nos turnos matutino, vespertino e noturno – das 8h às 11h 30min, das 14h às 17h e das 18h 30min às 21h, respectivamente.
Calendário
Atividade
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Data
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Local
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Atividade de expressão oral
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19/11/2012, às 14h
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UAEd
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Avaliação escrita
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20/11/2012,
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Debate
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21/11/2012,
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Publicação resultado parcial
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26/11/2012, às 9h
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Entrevistas
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27 e 28/11/2012, a partir das 14h
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Publicação resultado final
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30/11/2012, às 9h
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Campina Grande, 18 de outubro de 2012.
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