quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Dia do Surdo 26 de Setembro



    

Comemoramos hoje, dia 26.09.2012, um período de luta importante para Comunidade Surda. A Federação Mundial dos Surdos já celebra o Dia do Surdo internacionalmente a cada 30 de setembro. No Brasil, o dia 26 de setembro é celebrado devido ao fato desta data lembrar a inauguração da primeira escola para Surdos no país em 1857, com o nome de Instituto Nacional de Surdos Mudos do Rio de Janeiro, atual INES- Instituto Nacional de Educação de Surdos.

     A data é um momento importante para refletirmos e lutarmos pela elaboração de políticas públicas efetivas que garantam condições melhores de vida para esses sujeitos que historicamente foram marcados pela opressão.
    Assim, temos muito que comemorar, uma vez que, avançamos significamente na inserção do Surdo no âmbito social, proporcionando que estes sujeitos participem de várias instituições, em especial, a ESCOLA. Porém, a luta deve continuar, há muito o que conquistar e uma das maiores lutas se configura pela reivindicação de Escolas Bilíngues Libras (1ª Língua)/ Português escrito (2ª Língua). Para alcançar tal objetivo, as comunidades Surdas brasileiras solicitam aos senadores do Brasil que votem pela permanência do texto do relator Angelo Vanhoni que inclui esse modelo educacional no projeto de lei n.º 8.035, de 2010 - Plano Nacional da Educação.

Se você deseja participar também dessa petição pública, assine o abaixo-assinado
"Petição Pública aos Senadores Brasileiros":

Clique aqui para assinar a PETIÇÃO PÚBLICA!

A CONQUISTA PELA LUTA CONTINUA!


PETianas apoiando a luta





Assine também a PETIÇÃO PÚBLICA


Postado por:
Laís Venâncio de Melo
Meryglaucia Silva Azevedo 
 Graduandas de Licenciatura em Pedagogia - UFCG
Bolsistas do Programa de Educação Tutorial - PET



Fonte: http://www.feneis.com.br/page/Anexos/Cartilha_Dia_Nacional_Surdos.pdf
 

SELEÇÃO:PET-PEDAGOGIA/UFCG


quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Carlos Nelson Coutinho


       Carlos Nelson Coutinho, Professor de Teoria Politica na Universidade Federal do Rio de Janeiro, formado em filosofia pela Universidade Federal da Bahia, era um dos maiores especialistas na obra de Gramsci no Brasil. Além de tradutor de obras épicas, como “O Capital” de Karl Marx.
    Nessa quinta-feira 20/09, faleceu vitima de câncer. Como postulado pelos filósofos gregos, Coutinho deixa um legado da interpretação política/educacional e social das obras de Gramsci, teorias que permeiam as discussões nos cursos de licenciatura, dentre elas Pedagogia.
       Nós do PET/Pedagogia UFCG, que costumamos inserir sempre em nossos estudos obras do autor, a fim de compreender não só o legado Gramsciniano, mas a conjuntura política do nosso país, reverenciamos a profundidade do estudo do autor. 

Postado por:
Micaelle Ribeiro do Nascimento e Pâmella Tamires Avelino de Sousa
Graduandas de Licenciatura em Pedagogia - UFCG
Bolsistas do Programa de Educação Tutorial - PET



quarta-feira, 19 de setembro de 2012

A Comissão de Educação do Senado aprovou nesta semana um projeto de lei que obriga as instituições públicas e privadas de ensino superior a ter mais professores com mestrado e doutorado. A proposta exige que 50% do corpo docente seja formado por mestres ou doutores. Hoje, a exigência é de um terço.


O PL 706/2007 ainda especifica que pelo menos 25% dos professores tenham título de doutor. O regime de trabalho com dedicação exclusiva também seria modificado: passaria de um terço para 40% dos docentes. O projeto já havia passado pela Comissão de Constituição de Justiça. Agora, os integrantes da Comissão de Educação do Senado têm cinco sessões para apresentar eventuais recursos e, se isso não ocorrer, o projeto vai para a Câmara dos Deputados.

De acordo com o relator, João Vicente Claudino (PTB-PI), a previsão é de que a proposta não precise ser votada no plenário. Ela deve ser analisada na Comissão de Educação pelos deputados e, se não houver modificações, seguirá para sanção presidencial. "Após a aprovação, as instituições teriam três anos para se adequarem", diz o senador.

O projeto, que altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), de 1996, é criticado pela Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (Abmes). "Não há doutores suficientes no Brasil. Além disso, as faculdades não precisam desse quantitativo de doutor", diz o consultor da Abmes, Celso Frauche.
 
Alto custo

Para Ana Maria Ramos, do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes) em São Paulo, é importante que as instituições privadas tenham porcentuais estabelecidos. "As particulares separam o ensino da pesquisa porque os salários dos doutores custam caro", afirma.

A importância da pesquisa também é defendida pelo professor da Faculdade de Educação da USP, Ocimar Alavarse. "A pesquisa é importante. Só que existem instituições que usam o título de universidade apenas para atrair alunos."

À Agência Senado, o Ministério da Educação (MEC) informou que, se aprovado, o projeto não vai gerar impacto nas universidades públicas, já que a maioria dos professores é doutor. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo (estadão.com.br)

14 de setembro de 2012 | 8h 57
DAVI LIRA - Agência Estado

Postado por:
Kilma Wayne 
Graduanda do Curso de Licenciatura Plena em Pedagogia - UFCG
Bolsistas do Programa de Educação Tutorial - PET

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Ruth Rocha


Ruth Rocha nasceu em 1931 na cidade de São Paulo. Filha dos cariocas Álvaro de Faria Machado, médico, e Esther de Sampaio Machado, tem quatro irmãos, Rilda, Álvaro, Eliana e Alexandre. Teve uma infância alegre e repleta de livros e gibis. O bairro de Vila Mariana, onde morava, tinha nessa época muitas chácaras por onde Ruth passava, a caminho da escola - estudava no Colégio Bandeirantes. Mais tarde, terminou o Ensino Médio no Colégio Rio Branco. 

É graduada em Sociologia e Política pela Universidade de São Paulo e pós-graduada em Orientação Educacional pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Casada com Eduardo Rocha, tem uma filha, Mariana e dois netos, Miguel e Pedro. 

Durante 15 anos (de 1956 a 1972) foi orientadora educacional do Colégio Rio Branco, onde pôde conviver com os conflitos e as difíceis vivências infantis e com as mudanças do seu tempo. A liberação da mulher, as questões afetivas e de auto-estima foram sedimentando-se em sua formação.

Começou a escrever em 1967, para a revista Claudia, artigos sobre educação. Participou da criação da revista Recreio, da Editora Abril, onde teve suas primeiras histórias publicadas a partir de 1969. “Romeu e Julieta”, “Meu Amigo Ventinho”, “Catapimba e Sua Turma”, “O Dono da Bola”, “Teresinha e Gabriela” estão entre seus primeiros textos de ficção. Ainda na Abril, foi editora, redatora e diretora da Divisão de Infanto-Juvenis. 

Publicou seu primeiro livro, “Palavras Muitas Palavras”, em 1976, e desde então já teve mais de 130 títulos publicados, entre livros de ficção, didáticos, paradidáticos e um dicionário. As histórias de Ruth Rocha estão espalhadas pelo mundo, traduzidas em mais de 25 idiomas.

Monteiro Lobato foi sua grande influência. Em sua obra, essa influência se traduz pelo seu interesse nos problemas sociais e políticos, na sua tendência ao humor e nas suas posições feministas. 

Seu livro de forte conteúdo crítico, “Uma História de Rabos Presos”, foi lançado em 1989 no Congresso Nacional em Brasília, com a presença de grande número de parlamentares. Em 1988 e 1990 lançou na sede da Organização das Nações Unidas em Nova York seus livros “Declaração Universal dos Direitos Humanos” para crianças e “Azul e Lindo – Planeta Terra Nossa Casa”.

Participou durante seis anos do programa de televisão Gazeta Meio-Dia como membro fixo da mesa de debates. 

Em 1998 foi condecorada pelo presidente Fernando Henrique Cardoso com a Comenda da Ordem do Mérito Cultural do Ministério da Cultura.

Ganhou os mais importantes prêmios brasileiros destinados à literatura infantil da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil, da Câmara Brasileira do Livro, cinco Prêmios “Jabuti”, da Associação Paulista de Críticos de Arte e da Academia Brasileira de Letras, Prêmio João de Barro, da Prefeitura de Belo Horizonte, entre outros.

Seu livro mais conhecido é “Marcelo, Marmelo, Martelo”, que já vendeu mais de 1 milhão de cópias.

Em 2002 ganhou o prêmio Moinho Santista de Literatura Infantil, da Fundação Bunge. Também nesse ano foi escolhida como membro do PEN CLUB – Associação Mundial de Escritores no Rio de Janeiro. 

Atualmente é membro do Conselho Curador da Fundação Padre Anchieta.

Sugestão de leitura:

Fontes: 
http://www2.uol.com.br/ruthrocha/historiadaruth.htm


Postado por:
Juliana Vasconcelos de Andrade  
Graduanda do Curso de Licenciatura Plena em Pedagogia - UFCG
Bolsistas do Programa de Educação Tutorial - PET

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Ziraldo : Um Menino Maluquinho

           Biografia de ZIRALDO


           Ziraldo Alves Pinto, nasceu no dia 24 de outubro de 1932, em Caratinga, Minas Gerais. É o mais velho de uma família de sete irmãos. Seu nome vem da combinação dos nomes de sua mãe, Zizinha com o de seu pai Geraldo: surgindo assim, Ziraldo, nome único.
Ele se muda para o Rio de Janeiro aos 16 anos. Começou sua carreira nos anos 50, em jornais e revistas de expressão, como jornal do Brasil, O Cruzeiro, Folha de Minas, entre outros. Além de pintor é cartazista, jornalista, teatrólogo, chargista, caricaturista, escritor e colecionador de piadas.
Seus trabalhos já foram traduzidos para diversos idiomas como francês, espanhol, alemão, inglês, italiano e basco, e representam o talento e o humor brasileiros no mundo. Estão até expostos em museu, além disso, ilustrou o primeiro livro brasileiro com versão integral online, em uma iniciativa pioneira.
Ziraldo tem paixão pelo desenho desde a mais tenra idade. Desenhava em todos os lugares - na calçada, nas paredes, na sala de aula. Outra de suas paixões desde a infância é a leitura, lia tudo que caia nas mãos.
Sua carreira começou na revista Era uma vez... com colaboração mensais. Em 1954 começa a trabalhar no jornal Folha de Minas com uma página de humor, e por coincidência foi esse mesmo jornal que publicou o seu primeiro desenho quando tinha apenas seis anos de idade.
Grandes acontecimentos marcaram a vida do artista no ano de 1969, ganhou o Oscar Internacional de Humor no 32º Salão Internacional de Caricaturas de Bruxelas e o prêmio Merghantealler, prêmio máximo da imprensa livre da América Latina, patrocinado pela Associação Internacional de Imprensa, recebida em Caracas, Venezuela. Foi convidado a desenhar o cartaz anual da UNICEF, honraria concedida pela primeira vez a um artista Latino. Neste mesmo ano publicou seu primeiro livro infantil, FLICTS.
Como todo bom brasileiro, Ziraldo aprecia o carnaval, o seu primeiro livro foi enredo de Escola de Samba em Juiz de Fora, também desfilou no alto de um carro com um enorme Menino Maluquinho.
Ziraldo tem diversas passagens pela TV, e quando entrevistado tem sempre ponto de vista interessantes a defender, e uma de suas frases mais conhecidas é "Ler é mais importante do que estudar".

Algumas de suas obras mais significativas e de grande repercussão:

·        O Menino do Rio Doce
·         Prêmio Galo de Ouro - troféu desenhado por Ziraldo para o Festival Internacional da Canção - 1996
·         A supermãe
·         Flicts
·         O Aspite
·         Turma do Pererê
·         O Menino Maluquinho
·         O Bichinho da Maçã
·         A Fábula das Três Cores
·         O Joelho Juvenal
·         O Planeta Lilás
·         Uma Professora Muito Maluquinha
·         Vito Grandam
·         O Menino e seu Amigo
·         Jeremias, o Bom
·         Queremos Paz (em parceria com crianças de todo Brasil por meio do Portal Educacional)
·         O Menino Quadradinho
·         Almanaque Maluquinho - Esportes Radicais
·         Os dez amigos
·         Rolim
·         O Olho do Consumidor
·         Menina Nina"

O Menino Maluquinho 


 Era uma vez um menino maluquinho 


Ele tinha o olho maior que a barriga 




tinha fogo no rabo

tinha vento nos pés

umas pernas enormes
(que davam para abraçar o mundo)



e macaquinhos no sótão 
(embora nem soubesse o que
significava macaquinhos no sótão).

Ele era um menino impossível!

A melhor coisa do mundo
na casa do menino maluquinho
era quando ele voltava da escola
A pasta e os livros
chegavam sempre primeiro
voando na frente


Um dia no fim de ano 
o menino maluquinho 
chegou em casa com uma bomba: 
"Mamãe, tou aí com uma bomba!" 

(...)


Fontes: 
http://www.usinadeletras.com.br/exibelotexto.phpcod=4123&cat=Infantil&vinda=S
httpp://www.ziraldo.com/livros/home.htm


Postado por:
Bruna Sonaly Diniz Bernardino e Jéssica Rodriguez de Queiroz 
Graduandas do Curso de Licenciatura Plena em Pedagogia - UFCG
Bolsistas do Programa de Educação Tutorial - PET